Greve dos professores das universidades federais

Nessa quarta-feira (20), os professores da universidade federal do Ceará (UFC), aprovam indicativo de greve 

greve dos professores das universidades federais

Os professores das universidades federais, através da ANDES, entidade sindical nacional, estão mobilizados, através de Assembleias e realizando plebiscitos para aprovação de uma greve nacional dos professores federais e em defesa da educação superior.


Nessa quarta-feira (20), os professores reunidos em assembleia, no pátio da reitoria da UFC em Fortaleza, aprovaram o indicativo de greve da categoria.


Os servidores federais técnicos em educação (TAEs) estão em greve desde  a última sexta-feira (15), já são mais de 35 universidades e institutos que aderiram a greve em todo o país.


Os professores federais reinvidicam reajuste, que este ano, o governo informou que seria de 0% porcento, segundo o ministério de gestão e inovação (MGI).


Os servidores federais em educação, que já estão em greve, estão sem reajuste salarial há sete anos. Além disso, buscam atualizações do Plano de Cargos e Carreira que já completou 19 anos desde a última atualização, segundo o SINASEFE e FASUBRA, entidades sindicais nacional.


O governo, através do ministro Camilo Santana (PT), informou que a reivindicação é justa, e que o governo do presidente Lula, no ano passado, reajustou o auxilio alimentação dos servidores federais e que prefere o diálogo.


"Greve é quando não tem diálogo", justificou o ministro.


Camilo Santana (PT) fala sobre a greve dos servidores federais

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